Um novo operativo de controle no Aeroporto de Santiago del Estero permitiu desbaratar a tentativa de tráfico ilegal de produtos da fauna silvestre protegida.
Foi em uma ação coordenada pela Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA) com a intervenção do Corpo de Guarda-vidas da Direção Geral de Bosques y Fauna da província.
Durante uma inspeção de rotina, os agentes detectaram caixas prontas para serem enviadas que continham peludos abatidos e carapaças de tatus. Ambas as espécies estão incluídas na legislação provincial de proteção ambiental.
Diante da descoberta, foi comunicada a Direção de Bosques y Fauna, que iniciou os procedimentos administrativos correspondentes e apreendeu os produtos em infração.
Infringimento à Lei Provincial Nº 4.802
A ação está enquadrada no âmbito da Lei Provincial N.º 4.802 de Proteção à Fauna Silvestre, que estabelece regulações rigorosas para o trânsito, comercialização, exportação e importação de exemplares e subprodutos da fauna nativa. Esta normativa busca preservar a biodiversidade e garantir o equilíbrio ecológico dos ecossistemas santiaguenses.
A Direção reiterou que essas práticas representam uma grave infração ambiental. Além disso, alertaram sobre o impacto negativo que têm nas espécies silvestres vulneráveis.
A importância do controle e da participação cidadã contra o tráfico ilegal de fauna silvestre
“O trabalho de fiscalização é fundamental para frear o comércio ilegal de animais silvestres”, destacaram do organismo, que lembrou que esse tipo de delitos muitas vezes está ligado à caça furtiva em zonas rurais do interior provincial.
A Direção Geral de Bosques y Fauna, através de seu Corpo de Guarda-vidas, reafirmou sua missão de proteger o patrimônio natural e promover o uso sustentável dos recursos florestais. Dessa forma, busca-se zelar pela produção responsável e pela conservação dos ecossistemas.
Denúncias e colaboração comunitária
Diante de possíveis casos de posse, tráfico ou comercialização ilegal de espécies silvestres, as autoridades solicitaram à população que entre em contato com o organismo no Complejo Manuel Belgrano (Andes N° 30, pisos 1 e 2) ou pelo telefone 0385 434-9810.
“A colaboração da comunidade é fundamental para frear essas atividades ilícitas e preservar a fauna autóctone”, enfatizaram.



