Calendário de luas cheias 2026: As datas-chave para observar as 13 luas do ano

O próximo ciclo astronômico de luas cheias contará com um evento pouco frequente: duas plenilúnios em um mesmo mês, fenômeno conhecido popularmente como “Lua Azul“.

O ano 2026 se perfila como um período excepcional para os entusiastas da astronomia. Ao contrário da maioria dos anos, que abrigam 12 fases de lua cheia, o calendário de luas cheias 2026 registrará um total de 13 eventos.

Esta anomalia no ciclo lunar permitirá que os observadores do céu desfrutem de uma exibição adicional de iluminação noturna completa.

Este fenômeno ocorre devido ao fato de que o ciclo sinódico (o tempo que a Lua leva para completar suas fases) é de aproximadamente 29,5 dias.

Por ser mais curto que a duração média dos meses do calendário gregoriano, a cada dois ou três anos acumulam-se dias suficientes para que um mesmo mês calendário contenha dois plenilúnios, ou para que o total anual se incremente a treze.

Se viene la superluna de diciembre

A chegada da “Lua Azul” em abril

Dentro do calendário de luas cheias 2026, o mês de abril se destaca sobre os demais. Durante este período ocorrerá a denominada “Lua Azul“. Este termo não faz referência à cor do satélite, mas sim à coincidência de duas luas cheias em um lapso de 30 dias.

Em 2026, o primeiro plenilúnio de abril ocorrerá no dia 1, enquanto o segundo terá lugar no dia 30, fechando o mês com chave de ouro para a fotografia e a observação astronômica.

Cronograma completo de fases cheias para 2026

Para aqueles que desejam planejar suas observações, estas são as datas confirmadas em que o satélite natural da Terra alcançará sua máxima iluminação durante cada mês de 2026:

  • Janeiro: dia 3

  • Fevereiro: dia 1

  • Março: dia 3

  • Abril: dias 1 e 30 (Dupla lua cheia)

  • Maio: dia 30

  • Junho: dia 29

  • Julho: dia 28

  • Agosto: dia 27

  • Setembro: dia 25

  • Outubro: dia 25

  • Novembro: dia 24

  • Dezembro: dia 24

Este constante desfile de eventos celestiais garante que, praticamente a cada quatro semanas, o céu noturno ofereça um espetáculo natural que não requer instrumentos complexos para ser apreciado, embora o uso de binóculos ou telescópios básicos permita distinguir com maior nitidez as crateras e mares da superfície lunar.

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