Missões: o município de San Vicente impulsiona a produção sustentável e agroeducativa com um novo convênio.

O Instituto de Ensino Agropecuário e Eletromecânica N.º 3 (IEA N.º 3) assinou um acordo de colaboração com a Prefeitura de San Vicente (Misiones) para desenvolver projetos de produção sustentável e aprendizado aplicado, com impacto direto tanto na formação técnica dos estudantes quanto na produção local de alimentos saudáveis.

O acordo contempla a instalação de módulos produtivos — como uma estufa e um sombrite — no terreno do instituto, onde os alunos poderão participar de todo o processo de cultivo de espécies nativas e hortaliças.

“Estamos trabalhando com esta escola e outras instituições educacionais da região. A assinatura do acordo proporciona um quadro legal e um maior compromisso institucional”, destacou o Eng. Jorge Eduardo Cossio, secretário de Indústria, Agricultura e Produção municipal.

Distribuição equitativa da produção sustentável

O esquema de uso da produção estabelece que:

  • 40 % do que for produzido será destinado ao consumo interno do instituto e à venda local.
  • Os 60 % restantes serão geridos pela prefeitura para entregar aos pequenos produtores através do Programa de Incentivo ao Desenvolvimento Agroindustrial, que financia empreendimentos locais e produtivos.

“Com esta contribuição teremos mudas de hortaliças disponíveis para fortalecer os projetos de produtores e empreendedores locais”, explicou Cossio.

Integração com o Centro Tecnológico Hortícola e contribuição técnica da prefeitura

Além de assinar o acordo, a Prefeitura se compromete a:

  • Contribuir com insumos e assistência técnica para o início dos módulos.
  • Vincular o IEA N.º 3 com o Centro Tecnológico Hortícola de San Vicente, para auxiliar com a transferência de tecnologia e suporte logístico.
  • Facilitar materiais para a construção de estufas, apoiando o desenvolvimento de infraestrutura escolar produtiva.

Plantar educação, cultivar comunidade

A iniciativa articula formação técnica, inovação produtiva e desenvolvimento territorial, e reafirma o potencial da educação agroindustrial como uma ferramenta de inclusão, economia circular e fortalecimento da malha rural.

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