A prefeitura apreendeu cinco redes de pesca ilegais no Rio Uruguai, em Corrientes: por que são proibidas.

A Prefectura Naval Argentina realizou operações no Rio Uruguai, em Yapeyú, Corrientes, e conseguiu confiscar cinco redes de pesca ilegais.

Esses itens, conhecidos como “mallones”, totalizavam 200 metros e estavam espalhados no leito do rio, uma área chave para a conservação da fauna ictícola.

Felizmente, conforme relatado, no momento da apreensão, nenhuma das redes continha peixes presos. Foram lavradas multas por violação da Lei de Pesca, e o valor total dos itens confiscados foi estimado em $500.000.

Confiscaram redes de pesca ilegais em Corrientes. (Foto: Prefectura).
Confiscaram redes de pesca ilegais em Corrientes. (Foto: Prefectura).

A operação, que contou com a participação da Direção de Recursos Naturais da Província de Corrientes, estendeu-se por vários quilômetros do rio. Essa ação reafirmou o compromisso das autoridades com a proteção dos recursos naturais e a luta contra a pesca furtiva.

É importante destacar que, na Argentina, as atividades de pesca permitidas variam consideravelmente de acordo com a modalidade (esportiva ou comercial), a jurisdição (águas continentais ou marítimas) e o tipo de espécie procurada.

A chave é que o uso de qualquer rede é estritamente regulado para garantir a sustentabilidade dos recursos pesqueiros e a proteção do ecossistema.

O caso em La Cruz, também no Rio Uruguai

Vale ressaltar que este caso não é o único detectado em Corrientes este ano em relação a equipamentos ilegais de pesca.

Há menos de dois meses, também em um controle e vigilância em águas fluviais, a Prefectura baseada em La Cruz apreendeu equipamentos de pesca proibidos, avaliados em $644.400.

Foi no quilômetro 660,6 da margem direita do rio Uruguai. A operação ocorreu recentemente, quando a equipe a bordo detectou três redes de pesca com um total de 120 metros de comprimento. Além disso, havia sete espinhéis que alcançavam 210 metros com 49 anzóis.

As operações no Rio Uruguai.
As operações no Rio Uruguai.

Cabe ressaltar que não foram encontrados exemplares capturados nos itens removidos. Todo o material foi levado para a base local da Prefectura e ficou à disposição da Direção de Recursos Naturais da Província de Corrientes.

Esta atua no âmbito da legislação vigente sobre pesca e conservação da fauna aquática.

Nos primeiros dias de julho, foi realizada uma ampla operação interinstitucional de patrulhamento fluvial e terrestre em setores estratégicos do rio Uruguai.

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