Derramamento de petróleo no rio Marañón ativa investigação ambiental

As autoridades peruanas estão investigando um recente incidente de vazamento de petróleo no rio Marañón, localizado na Amazônia peruana, com o objetivo de identificar as causas e os responsáveis, bem como avaliar o impacto ambiental nas águas próximas.

Inspetores ambientais e funcionários portuários colaboram estreitamente para determinar a magnitude do dano, enquanto que a Promotoria Especializada em Matéria Ambiental verifica as ações de limpeza e remediação na área afetada.

O vazamento, que ocorreu no Oleoduto Norperuano (ONP) em Loreto, Peru, foi objeto de uma revisão exaustiva por parte da promotora adjunta provincial Jackeline Hoffman, que visitou a Estação 1 do oleoduto em Urarinas para inspecionar os efeitos do incidente nas comunidades nativas de Saramurillo e San José de Saramuro.

Em colaboração com o Organismo de Avaliação e Fiscalização Ambiental (OEFA), a Promotoria foca em avaliar a efetividade das medidas de remediação implementadas para mitigar a contaminação e preservar os ecossistemas fluviais do rio Marañón.

A empresa estatal Petroperú atribuiu o vazamento a uma suposta falha técnica na flange da barcaça Goias 3000, usada pela Upland Oil & Gas para o transporte de petróleo Mayna.

Vazamento de petróleo no rio Marañón

Este incidente resultou em um vazamento de petróleo, com a maior parte do óleo contido na cobertura da embarcação e uma quantidade menor derramada no rio.

A Petroperú afirmou ter ativado imediatamente seu Plano de Resposta a Emergências para lidar com o incidente, facilitando as manobras de controle e limpeza junto à Upland Oil & Gas.

Além disso, o OEFA realizou a coleta de amostras de água para sua análise em um laboratório acreditado, com o propósito de determinar o impacto ambiental potencial e as medidas administrativas correspondentes.

Os vazamentos em trechos do oleoduto são frequentes, e a Petroperú destacou que em algumas ocasiões são causados por terceiros, o que ressalta a necessidade de ações rápidas para evitar a contaminação dos rios amazônicos e proteger as fontes de água vitais para a região.

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