Prefeitura apreende itens de pesca ilegal no rio Uruguai: redes e espinhéis não autorizados foram encontrados.

Num novo desdobramento de **controle e vigilância em águas fluviais**, a **Prefectura Naval Argentina com base em La Cruz** apreendeu [**equipamento de pesca proibido**](https://noticiasambientales.com/animales/villa-paranacito-decomisan-mas-de-1-200-kilos-de-pescado-fuera-de-reglamento-en-operativo-contra-la-pesca-ilegal/), avaliado em **$644.400**, durante uma patrulha no **quilômetro 660,6 da margem direita do rio Uruguai**.

A operação foi realizada recentemente, quando a equipe a bordo detectou **três redes de pesca** com um total de 120 metros de comprimento e sete espinhéis que atingiam 210 metros com **49 anzóis** no total.

É importante ressaltar que não foram encontrados [**exemplares capturados**](https://noticiasambientales.com/animales/chubut-preocupacion-por-la-pesca-furtiva-de-trucha-fontinalis-en-areas-de-desove-en-rios-y-lagos-de-la-cordiller/) nos itens retirados. Todo o material foi levado para a **base local da Prefectura**, ficando à disposição da **Direção de Recursos Naturais da Província de Corrientes**, que atua no âmbito da **legislação em vigor em matéria de pesca e conservação da fauna aquática**.

Reforçam a segurança em zonas ribeirinhas e de fronteira do rio Uruguai

Nos primeiros dias de julho, foi realizado um **amplo operativo interinstitucional de patrulhamento fluvial e terrestre** em setores estratégicos do rio Uruguai.

A ação foi parte de um plano integral coordenado pela **Chefia de Polícia de Corrientes**, e executado pela **Unidade Especial de Segurança Rural e Ecológica de Santo Tomé e Alvear**, juntamente com efetivos do **Grupo Tático Operacional (G.T.O.)** e da **Polícia de Alto Risco (P.A.R.)**.

As patrulhas se concentraram em pontos sensíveis como **Mbutu-y, Cuay Chico, Punta Piedra, arroyo Pariopá e Isla Santa Ana**, em frente à cidade brasileira de **São Borja**, com o objetivo de fortalecer a **segurança em zonas fronteiriças**, dissuadir o **abigeato, o contrabando e a pesca clandestina**, e proteger os **produtores rurais e comunidades ribeirinhas**.

Segundo as autoridades, essa modalidade de **controle periódico e articulado** busca criar um ambiente mais seguro, garantir a **tranquilidade da população rural** e consolidar o **trabalho conjunto com outras forças de segurança provinciais e nacionais**.

As patrulhas continuarão sendo realizadas no âmbito de um esquema de **segurança preventiva na zona de fronteira**, reforçando a presença do Estado em áreas de alto risco operacional.

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