Esta semana, Mendoza deu um passo histórico em termos ambientais. Fechou o aterro de Guaymallén, o de Puente de Hierro, um foco de contaminação histórico.
Afetava mais de 15 bairros e gerava cerca de 35. 000 toneladas de resíduos por mês.
O encerramento definitivo aconteceu em uma operação coordenada entre a Prefeitura e o Governo de Mendoza, no âmbito do Plano Integral de Remediação Ambiental.
A partir de agora, 100% dos resíduos sólidos urbanos (RSU) serão encaminhados para o aterro sanitário El Borbollón, o único formalmente habilitado na Grande Mendoza.
Inclusão social e valorização do trabalho
O aterro será fechado definitivamente.
A prefeitura reconheceu que mais de 30 famílias dependiam da reciclagem informal no local. Em resposta, estão sendo gradualmente incorporadas a cooperativas dentro do Centro Verde municipal, recebendo capacitação, equipamento, transporte e uma renda durante a transição.
O prefeito Marcos Calvente afirmou: “Não se trata apenas de fechar um aterro; trata-se de abrir oportunidades”.
O governador Alfredo Cornejo classificou o fechamento como um “marco ambiental” que aponta o caminho para um sistema de resíduos moderno, sustentável e inclusivo.
Além disso, anunciou o envio do projeto de Lei de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) para a Legislatura, com objetivos claros:
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Erradicar os aterros a céu aberto.
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Promover a educação e conscientização cidadã.
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Estabelecer um Sistema Provincial de Gestão Integral de Resíduos com padrões e controles mínimos.
- Criar um fundo provincial financiado com recursos públicos e multas para fortalecer a infraestrutura municipal de tratamento de resíduos.
Remediação ambiental e garantias futuras
A operação incluiu o fechamento legal do local, assistência social às famílias recicladoras e o desvio de resíduos para o aterro sanitário adequado.
Como os resíduos serão gerenciados.
Agora, em colaboração com o Ministério do Meio Ambiente, o INTA e a Fundação ArgenInta, está sendo preparado um caderno técnico para a remediação ambiental progressiva do local.
A ministra Jimena Latorre destacou que este plano combina educação (sobre separação na origem e reciclagem comunitária) com mecanismos de controle e sanção diante de descumprimentos.



