É apenas uma questão de dias para que o verão comece oficialmente, a estação do ano que se caracteriza pelas altas temperaturas e os dias mais longos. Isso significa uma maior exposição ao calor e ao sol, o que também implica ter em conta certos cuidados, especialmente os relacionados com a pele.
Com a chegada dos dias de verão, muitos aproveitam para passar seus dias ou momentos livres sob o sol. No entanto, esses planos podem ter um perigo oculto: a radiação. Embora seja essencial para a vida na Terra, seu excesso pode danificar não apenas a pele, mas também os olhos.
Nesse sentido, os especialistas recomendam evitar a exposição ao sol entre as 10 e 16 horas e boa hidratação, que permita manter uma pele saudável, mas esses não são os únicos conselhos.
“O importante e fundamental para cuidar da pele do sol é roupa longa e leve, além do uso permanente de protetor solar FPS 50. Com o calor é difícil que as pessoas se vistam com roupas longas, mas é uma das melhores barreiras contra o sol”, assegurou o dermatologista Omar González Rodríguez em conversa com Noticias Ambientales.

Roupas longas e leves junto com o protetor solar: uma combinação que não pode falhar
Embora a recomendação se reduza ao básico e essencial, o dermatologista advertiu que os produtos elaborados com componentes naturais nem sempre são a melhor opção.
“Muitas vezes os produtos à base de componentes naturais podem ser contraproducentes, especialmente para peles sensíveis. Por isso, a melhor opção sempre será o protetor solar comum, aquele que vendem na farmácia”, afirmou Gonzales.
Isso se deve ao fato de que o calor pode fazer com que esses produtos elaborados com produtos naturais causem alergia ou irritação na pele. Por esse motivo, recomendou utilizar os produtos recomendados por seu médico de confiança, ou aqueles dos quais se tem certeza de que são eficazes e benéficos em cada caso em particular.
Como escolher protetores solares que cuidem da pele e também do meio ambiente
Embora seja importante optar por protetores solares que sejam adequados a cada tipo de pele, também é essencial poder escolher protetores de amplo espectro, é fundamental para cuidar da pele frente aos raios UVA e UVB, mas que ao mesmo tempo contenham um baixo impacto ambiental antes de comprá-los.
Para isso, é recomendável optar por fórmulas biodegradáveis e livres de filtros químicos nocivos para os ecossistemas marinhos, especialmente aqueles associados ao deterioro de corais e vida aquática.
Também é importante considerar embalagens recicláveis ou reutilizáveis, priorizando marcas que integrem critérios de sustentabilidade e reduzam o uso de plásticos de uso único.

A exposição ao sol parece inofensiva, mas estas são suas consequências
A exposição prolongada e sem proteção à radiação solar pode provocar queimaduras, envelhecimento prematuro e alterações na pigmentação. Esses danos se acumulam com o tempo e enfraquecem as defesas naturais da pele.
Entre as afecções mais frequentes estão as queratoses actínicas, lesões ásperas que podem se transformar em câncer se não forem tratadas. Também são comuns as alergias solares e a reativação de doenças cutâneas preexistentes.
O risco mais grave é o câncer de pele, incluindo o melanoma, associado a exposições intensas e repetidas. Em resumo, a prevenção por meio de proteção solar e controles dermatológicos se tornam essenciais para reduzir esses impactos.



